segunda-feira, 25 de novembro de 2013

SEU RAUL PIERETTI A MAIS DE 50 ANOS BARBEIRO e CABELEIREIRO SALÃO AMÉRICA

MEU QUERIDO PAPAI -
RAUL, UM HOMEM MULTIPLICADO
CONTINUA TRABALHANDO POR MAIS DE 5O ANOS,
NO SALÃO AMÉRICA (aliás que já foi nome do HOTEL) NO VELHO FRANZ HOTEL...
LONDRINA/PR
COMENTÁRIO: Trabalhador igual o filho. Um abraço à toda família. JOSÉ CARLOS FARINA
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quinta-feira, 21 de novembro de 2013

HÓSPEDES ILUSTRES NOS HOTÉIS LUXEMBURGO E FRANZ EM LONDRINA

Aos 80 anos, hotel de Londrina já foi palco até de aniversário real

Localizado no cruzamento da Av. Duque de Caxias com a R. Goiás, o Franz Hotel surgiu em 1932 como Hotel Luxemburgo e já abrigou presidentes - 1/11/2013 | 00:15
Fabio Luporini/JL
A grande procura por lotes na terra roxa fez com que muitas pessoas desembarcassem na Londrina que nascia no início da década de 1930. O pequeno hotel da Companhia de Terras Norte do Paraná (CTNP) já não era suficiente para receber tanta gente. Surgiram, a partir de então, diversas pensões pela cidade. Mas foi preciso construir um hotel. Inicialmente de madeira, com 25 quartos, o Hotel Luxemburgo era inaugurado em maio de 1932, na esquina das Av. Duque de Caxias e R. Goiás, onde até hoje está o Franz Hotel, nome que recebeu posteriormente.
“O primeiro dono foi um engenheiro alemão chamado Gregório Rosenberger, da CTNP. Inaugurado em maio de 1932, tinha 25 quartos com lavatórios e banheiros no corredor”, afirma Mário Jorge Tavares, autor do capítulo sobre o Franz Hotel no livro Hotéis históricos do Norte do Paraná, organizado pelo professor, pesquisador e fotógrafo Paulo Cesar Boni, junto com a professora Juliana de Oliveira Teixeira, que será lançado nesta quinta na Universidade Estadual de Londrina (UEL). Tavares pesquisou a história do que ele chama de “primeiro hotel comercial da cidade” em cartórios, museu, jornais antigos, entrevistas e até na Administração de Cemitérios e Serviços Funerários (Acesf).
Livro retrata hotéis históricos do Norte do PR
Do Hotel Campestre, inaugurado em janeiro de 1930 pela Companhia de Terras Norte do Paraná (CTNP), o livro Hotéis históricos do Norte do Paranáfaz uma viagem por diversos estabelecimentos na região de Londrina: Luxemburgo, Triunfo, Cravinho, dos Viajantes, Berlim, Londrina/Coroados, Tókio, Sahão e Monções estão na publicação, organizada pelo professor, pesquisador e fotógrafo Paulo Cesar Boni em parceria com a professora Juliana de Oliveira Teixeira, ambos da Universidade Estadual de Londrina (UEL). O livro, da sérieFragmentos da história do Norte do Paraná em textos e imagens, será lançado nesta quinta, às 10 horas, na sala 683 do Centro de Educação, Comunicação e Arte (CECA), na UEL. São 80 imagens, entre fotos e material iconográfico, de hotéis de Londrina, Rolândia, Apucarana e Maringá. Durante o evento, os exemplares serão vendidos por R$10.
Também organizado por Boni, será lançado ainda, na ocasião, o livro Memórias fotográficas – A fotografia e fragmentos da história de Londrina, com pesquisas de imagens pioneiras. O trabalho foi realizado em conjunto com a estudante Reineri Unfried e com o pioneiro Omelentino Benatto, colecionador de fotografias antigas. O livro traz também 80 imagens acompanhadas de depoimentos e pesquisas históricas e será vendido a R$10. Haverá ainda um bate-papo com os autores.
Um dos fatos que chamou a atenção durante a pesquisa foi o “grandioso baile” realizado no Hotel Luxemburgo em 1938. “Vi num recorte de jornal do Paraná Norte que o Gregório organizou o recital para comemorar o aniversário da grã-duquesa de Luxemburgo, Carlota [1896-1985]. Ela é filha do grão-duque Guilherme IV de Luxemburgo e de Maria Ana de Bragança. Os avós maternos da grã-duquesa eram o rei Miguel I, de Portugal, e Adelaide de Rosenberg, que coincide com o sobrenome de Gregório”, diz Tavares, que não soube dizer se há relação direta de parentesco.
Quando Gregório morreu, em 1939, o hotel passou para as mãos do filho, Ernesto Rosenberg, que o vendeu a Franz Hesselmann. 
“Durante a Segunda Guerra Mundial, passa a se chamar Hotel América, atendendo à proibição de estabelecimentos comerciais com nomes de países inimigos. É que Luxemburgo foi incorporado pelo Terceiro Reich”, ressalta Mario Jorge.

Somente em 1946 a primeira ala em alvenaria começou a ser construída. Dois anos depois, foram inaugurados os dois andares, com 58 quartos dotados de banheiros internos.
Mário Jorge descobriu que algumas personalidades passaram pelo hotel ou se hospedaram nele, como os prefeitos Willie Davis, Hugo Cabral e Milton Menezes.

“Dois presidentes teriam se hospedado ali: Eurico Gaspar Dutra, em fevereiro de 1948, e Getúlio Vargas, em setembro de 1950”, comenta Tavares. O hotel servia de palco para festas, formaturas, almoços e até carnavais.

De outubro de 1954 a outubro de 1956, o proprietário alugou o hotel e foi cuidar de terras. Ao retornar, reformou o espaço, que foi reaberto em 1957 sob o nome de Franz Hotel.
Franz, que dá nome ao hotel até hoje, morreu em 1974, quando a esposa Alzira e o filho Waldemar Hesselmann assumiram o estabelecimento. O filho de Waldemar esteve à frente do hotel até dezembro de 2000. Em 2004, o hotel foi vendido. “Sucederem-se outros proprietários, até ele ser adquirido por Augusto Mariano Filho”, o atual dono.
Maioria dos quartos está ocupada
Hoje com 59 quartos em dois andares, o Hotel Franz está quase inteiramente ocupado. De acordo com a locatária do imóvel, Maria Helena Mendes, muitos aposentados e trabalhadores alugam os quartos para morar. “Eu aluguei o prédio faz três anos e reformei tudo, pois estava feio e abandonado”, diz. Antes, ela era dona de um pensionato na R. Brasil. Hoje funcionando como hospedaria, o hotel tem quartos de casal ou solteiro.

“Você olha e parece que não tem ninguém, mas tem gente que já estava aqui quando eu comecei a alugar.”
Quando o JL visitou o hotel, havia apenas três ou quatro quartos livres. Além de Maria Helena, dois funcionários a ajudam no trabalho: um faz manutenção e outra cuida da limpeza. Tem gente que diz já ter ouvido assombrações pelos quartos do Franz Hotel. “Os hóspedes falam. Não sei bem se é verdade, mas eu nunca vi”, comenta Maria Helena.

Há sete anos, quando separou da esposa, Everson Gil Maturi, de 44 anos, foi morar na pensão que Maria Helena tinha. Há três anos se mudou para o Franz, numa suíte grande. “Aqui é superbom, fica no centro da cidade.”

domingo, 17 de novembro de 2013

FOTO DE LONDRINA DE 1980 - A CIDADE DO ALTO ( DE CIMA ) AÉREA


Imagem de Londrina há mais de 30 anos, detalhe para o Estádio do Café, antes da construção do Autódromo Internacional Ayrton Senna, com quase nada a sua volta. Curta: https://www.facebook.com/NewsLondrina
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sábado, 16 de novembro de 2013

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

TV COROADOS - RPC TV - LONDRINA - 100% DE AUDIÊNCIA NOS ANOS 60 - 70 e 80

SERIADOS DA TV NOS ANOS  60 e 70 - NORTE PARANÁ

OS ANOS 60 FORAM ENCANTADOS... ATÉ  PARA A TV... TUDO ERA MELHOR
 NA ÉPOCA... VEJAM QUANTOS SERIADOS BONS NÓS  TÍNHAMOS.  E 
OLHA QUE ERA PRETO E BRANCO.  COM CHUVISCO E TUDO. EU ERA 
FELIZ E SABIA... GRAANDES MOMENTOS INESQUECÍVEIS...  ETERNOS....
ANOS DOURADOS NA TV E EM TUDO.   JOSE CARLOS FARINA (BLOG DO
FARINA )












BONANZA




















PERDIDOS NO ESPAÇO
















JORNADA NAS ESTRELAS
















NATIONAL KID



















RIN TIN TIN



















O TEXANO















OS INTOCAVEIS





















BAT MASTERSON





ZORRO ( THE LONE RANGER )



















ZORRO DE CAPA E ESPADA



















BIG BALLEY

















VIAGEM AO FUNDO DO MAR
















O TUNEL DO  TEMPO















DANIEL BOONE






TARZAN















BATMAN
















JAMES WEST



GABRIELA


















MACGIVER






















O FUGITIVO


















O HOMEM DE SEIS MILHÕES DE DÓLARES
















O BEM AMADO ( NÃO PERDI UM CAPITULO )




















IRMÃO CORAGEM ( PAROU TBM O BRASIL )














PECADO CAPITAL ( 100% DE IBOPE )

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

LONDRINA 1963 - VISTA AÉREA - DE CIMA

Vista aéreo-parcial do centro da cidade. Na parte inferior, a Avenida Higienópolis e a Rua Tupi. Percebe-se a caixa d água municipal, inaugurada na gestão de Milton Menezes. Dava para contar nos dedos a quantidade de edifícios sendo construidos e os que já estavam prontos. Dentre os que estão em construção, destaca-se o Edifício Cinzia, o Santa Mônica e o Alaska.  Foto Mario Cunha. Colaboração João Carlos Alcalde Nascimento. TEXTO ABILIO MEDEIROS.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

BAR ANTIGO DE LONDRINA - FOTO


LONDRINA/PR - AJUDE O PROJETO RESGATE DOS PIONEIROS
CONTATO com Wilson Vieira IN BOX certooo"HOOO como é : um dia muito especial. Com o patrocínio da empresa PB Lopes - Scania, conseguimos os recursos necessários para produzirmos retratos fotograficos de pioneiros que ainda estão vivos. Estes retratos se tornarão em uma exposição fotográfica que homenageara os mesmos. O projeto conta com o apoio da Secretaria do Idoso, Associação Pró Memoria e Museu histórico de Londrina. Complementando a exposição teremos vários depoimentos de pioneiros (que são a memoria viva de Londrina) gravados em videos para serem exibidos durante a exposição. 
O trabalho de pesquisa sobre estes pioneiros ja começou, e conto com o apoio e participação de vocês sugerindo nomes de pioneiros ou de filhos de pioneiros e que tenham uma historia com nossa cidade. JOSÉ ROBERSTONES PIERETTI


quarta-feira, 6 de novembro de 2013

COLEÇÕES ( COLEÇÃO ) DE GIBIS - ANOS 50 a 90 By JOSÉ CARLOS FARINA

Nos anos 60 e 70 uma grande parte da molecada e adolescentes faziam coleção de gibis. Na época os mais famosos e desejados eram os gibis da Ebal. Os mais famosos eram os "reis do faroeste" , "Zorro", "Tarzan", "Fantasma", "Tio patinhas", "Pato Donald", etc. Eu fazia coleção de Tarzan, Zorro, Cavaleiro Negro, Fantasma e Cheyenne, coleções que guardei até hoje. Os colecionadores de gibis tinham o costume e hábito de trocarem os repetidos ou aqueles que haviam lido na frente do Cine Rolândia (onde hoje é a Romeira) nos matinês de domingos, às 14 horas. O interessado ia folhando rapidamente e dizendo: - já tenho...não tenho....já tenho...O outro colecionador idem. Depois de separados aqueles que havia interesse começava a negociação. Os mais antigos valiam o dobro. Quer dizer era necessário dois gibis novos por um antigo. Quando eu conseguia algum para a minha coleção ficava muito contente. Vinha feliz para casa. Havia um costume também da molecada de jogar "Bingo" com gibis. Para cada rodada era "casado" um gibi por jogador. A única regra era de que o gibi estivesse perfeito, com a capa intacta, sem rasgos. Lá em casa nos reunimos debaixo do meu pé da "Santa Bárbara" onde eu tinha uma casa da árvore do Tarzan. Lembro-me de alguns colecionadores: Maruishi, Formigão, Salgueiro, Ivo pintor, Toninho Lovato, Jair Qualio, Mauro Rodrigues, Paulo Ademir Farina, Nelsom Sanches Galera, Panhan, Aylton Rodrigues, "Mimo", Paulo Vieira, Estevo Hijo, "perereca", "cara manchada" e João Farina. Relato de JOSÉ CARLOS FARINA - ROLÂNDIA - PR.- Fotos das minhas coleções - By JOSÉ CARLOS FARINA


























































































































































terça-feira, 5 de novembro de 2013

GASTRONOMIA E COSTUMES NO NORTE DO PARANÁ ANOS 60 e 70



A maioria das  famílias da classe média e classe média baixa nos anos 60 e 70 não conheciam os pratos e alimentos  da atualidade. Naquela época pouquíssimas famílias almoçavam ou jantavam em restaurantes ( a não ser quando viajavam). Quase ninguém pedia pizzas e lanches por telefone. Não havia este serviço... Pratos como Estrogonofe, lazanha, Filé ao molho madeira, bife a rolê, bife a parmegiana, medalhão de filé mignon, salpicão... poucos conheciam. Maçã só havia as importadas e as pessoas destas classes sociais só as comiam se ficassem doentes. Iogurte, chocolate e coca-cola eram artigos de luxo... churrascos só em casamentos e festas de final de ano. A  maioria  das famílias consumiam apenas o trivial, ou seja, arroz, feijão, ovos, verduras ( que a maioria plantava no fundo do quintal), legumes. Não era todo o dia que havia carne... quando tinha as opções eram frango caipira ou porco. Carne de boi só aos domingos. Aos domingos, impreterivelmente  além de bifes ou frango era servido a famosa macarronada com molho de tomates. Batatas com creme de maionese era muito raro. Minha mãe servia sempre  ( e até hoje) batatas cozidas e tomates recheados. Sobremesa era sempre com frutas da época. Refrigerantes nem pensar. Pudins e sorvetes muito raramente. Minha mãe além destes pratos preparava também outros que poucos hoje conhecem: salada de serralha e cambuquira ( broto de abóbora  cozido). Nas festas de final de ano era servido pernil de porco, leitoa e frango assado, arroz, macarronada, maionese, salada, guaraná antartica e cerveja. O charme é que as carnes eram em sua maioria assadas em fornos caipiras à lenha. O sabor era muito melhor. Apesas da comida simples as crianças não  eram enjoadas... comiam de tudo... saladas.. legumes.. ovos fritos.. e até carne ( quando tinha)... Na época a televisão estava engantinhando... não éramos ainda uma "aldeia global"... o povo ( a maioria vindos da roça) eram pessoas simples, mas educadas... criadas com o temor à Deus.... as crianças e jovens "curtiam" os pais, avós e tios... havia respeito aos mais velhos e as autoridades... Os prefeitos cuidavam melhor das cidades... O dinheiro era "curto" mas todos eram mais felizes... os bailes eram ótimos... a dança era melhor... a música era melhor... até o ar era melhor... as pessoas podiam andar à noite e de madrugada pelas ruas que no máximo encontrariam apenas algum  bêbado... Naquela época não se ouvia falar em crack e cocaína... uma meia dúzia apenas fumava maconha, mas não incomodavam ninguém. Os jovens não viviam bebendo cerveja como hoje. Poucos tinham carros.. e poucos morriam bêbados conduzindo carros. Os filhos ajudavam os pais nos serviços da casa... grandes  grupos de crianças brincavam juntos... se exercitavam e dormiam como anjos... As crianças faziam os seus próprios brinquedos usando serrote, martelo, arco de pua, pregos, arame... Fazíamos arco e flexas, carrinhos e muito mais...  Da década de 80 para cá a qualidade de vida o povo  foi  progressivamente melhorando no que concerne aos alimentos, roupas, móveis, carros e eletrodomésticos. Mas sempre tem o lado ruim... os alimentos hoje engordam mais... tem colesterol... excesso de sal... excesso de açucar... e pior.. ao analisarmos comportamento, respeito, educação e segurança, regredimos  muito. Hoje uma criança dificilmente anda descalço.. não toma sol... não sobe em arvores... não sabe o que é uma aventura no rio... no sítio.. andar à cavalo.. brincar na cachoeira.. pescar lambaris... brincam no computador o dia inteiro e querem namorar aos 12 anos.... JOSÉ CARLOS FARINA

O RÁDIO NO NORTE DO PARANÁ ( DÉCADAS DE 40 a 70 ) by FARINA


Antigamente, nas décadas de 40 a 70, na zona rural, eram poucas as famílias que possuiam rádios como este. Lembro-me que no sítio do meu avô toda noite vinham alguns amigos dele ouvir as notícias da "Voz do Brasil"... Aí "rolava" um cafezinho...  um cigarrinho de palha e muita prosa. Na minhas férias eu também estava por ali... bons tempos. Lembro-me que nos anos 60 os rádios de mesa usavam uma pilha enorme... eu acho que pesava meio quilo cada uma... verdade.... JOSÉ CARLOS FARINA